No mundo da saúde humana, é comum
afirmar que "prevenir é melhor do que remediar". Identificar
problemas de saúde em estágios iniciais pode salvar vidas e evitar
consequências graves. Quando pensamos em um problema cardíaco, por exemplo,
muitas vezes, só descobrimos que temos este problema quando realizamos exames
específicos, como eletrocardiogramas ou testes de sangue. Doenças cardíacas,
como aterosclerose ou arritmias, podem ser assintomáticas ou apresentar sinais
leves, tornando difícil sua detecção precoce. A necessidade de um diagnóstico
precoce é essencial para que se possam tomar medidas preventivas antes que o
problema se agrave.
Se levarmos essa analogia para o
solo, algo muito semelhante acontece. Problemas e doenças específicas podem
estar presentes sem que sejam facilmente perceptíveis. Microrganismos
patogênicos e desequilíbrios nutricionais são exemplos de problemas que podem
afetar a saúde e a produtividade das plantas. É essencial conhecer esses
problemas em estágios iniciais, antes que se manifestem de forma visível nas
culturas. A maioria dos microrganismos fitopatogênicos estão presentes no solo,
mesmo que não apareçam. Muitas vezes, eles só estão esperando o momento
oportuno, como uma condição climática favorável. Ai meus amigos, uma vez que
eles aparecem de vez, o dano já está feito.
Assim como o exame médico pode
revelar informações cruciais sobre a saúde do coração, a análise metagenômica é
uma ferramenta poderosa para compreender a saúde do solo. Essa técnica permite
identificar, de maneira abrangente, os microrganismos presentes no solo,
incluindo bactérias, fungos, vírus e outros. Ao analisar o DNA presente no
solo, é possível identificar patógenos, bem como avaliar a diversidade
microbiana e a presença de genes envolvidos em processos-chave para a saúde do
solo. A análise metagenômica oferece diversos benefícios para a agricultura e a
preservação do meio ambiente. Ao detectar doenças do solo em estágios iniciais,
os agricultores têm a oportunidade de tomar ações corretivas antes que ocorram
perdas significativas na produção. Isso evita a disseminação de doenças, a
necessidade de aplicação excessiva de agroquímicos e, consequentemente,
economiza recursos financeiros e minimiza impactos. Quer um exemplo prático? O
Alberto Mariano é nosso cliente há 3 anos e possui fazendas no Tocantins e no
Paraná. O Alberto estava perdendo muito dinheiro por causa do Fusarium,
porque além da perda de produtividade, o milho estava sendo embargado devido a
alta quantidade de aflatoxina. Então fizemos um trabalho de manejo preventivo.
Fizemos análises de metagenômica para identificar a quantidade dos patógenos,
com especial atenção às espécies de Fusarium. Como o Alberto nos
informou todo o procedimento de manejo das fazendas, foi fácil indicar os
produtos certos para controlar o Fusarium. Indicamos produtos a base de Trichoderma
harzianum e Bacillus subtilis, que já estão no mercado e
comprovadamente são eficientes contra o Fusarium. Além disso, esses
bioprodutos não afetam os microrganismos benéficos que estão no solo. Já na
primeira safra foi possível identificar uma melhora significativa na produção e
diminuição no índice de Fusarium. Seguimos monitorando as fazendas do
Seu Alberto e a cada novo microrganismo fitopatogênico que encontramos em
quantidade alarmante, recomendamos produtos comprovadamente eficientes. O Seu
Alberto segue tranquilo, porque a análise de metagenômica e nossa consultoria
são implacáveis!!
É dessa forma que queremos lhe
ajudar. Aqui na Lagbio seguimos o mesmo jargão da saúde: “prevenir é melhor que
remediar”. Quer prevenção para a safra que tá chegando? Vem falar com a gente!
Equipe Lagbio