segunda-feira, 5 de junho de 2023

PREVENIR É MELHOR QUE REMEDIAR



No mundo da saúde humana, é comum afirmar que "prevenir é melhor do que remediar". Identificar problemas de saúde em estágios iniciais pode salvar vidas e evitar consequências graves. Quando pensamos em um problema cardíaco, por exemplo, muitas vezes, só descobrimos que temos este problema quando realizamos exames específicos, como eletrocardiogramas ou testes de sangue. Doenças cardíacas, como aterosclerose ou arritmias, podem ser assintomáticas ou apresentar sinais leves, tornando difícil sua detecção precoce. A necessidade de um diagnóstico precoce é essencial para que se possam tomar medidas preventivas antes que o problema se agrave.

Se levarmos essa analogia para o solo, algo muito semelhante acontece. Problemas e doenças específicas podem estar presentes sem que sejam facilmente perceptíveis. Microrganismos patogênicos e desequilíbrios nutricionais são exemplos de problemas que podem afetar a saúde e a produtividade das plantas. É essencial conhecer esses problemas em estágios iniciais, antes que se manifestem de forma visível nas culturas. A maioria dos microrganismos fitopatogênicos estão presentes no solo, mesmo que não apareçam. Muitas vezes, eles só estão esperando o momento oportuno, como uma condição climática favorável. Ai meus amigos, uma vez que eles aparecem de vez, o dano já está feito.

Assim como o exame médico pode revelar informações cruciais sobre a saúde do coração, a análise metagenômica é uma ferramenta poderosa para compreender a saúde do solo. Essa técnica permite identificar, de maneira abrangente, os microrganismos presentes no solo, incluindo bactérias, fungos, vírus e outros. Ao analisar o DNA presente no solo, é possível identificar patógenos, bem como avaliar a diversidade microbiana e a presença de genes envolvidos em processos-chave para a saúde do solo. A análise metagenômica oferece diversos benefícios para a agricultura e a preservação do meio ambiente. Ao detectar doenças do solo em estágios iniciais, os agricultores têm a oportunidade de tomar ações corretivas antes que ocorram perdas significativas na produção. Isso evita a disseminação de doenças, a necessidade de aplicação excessiva de agroquímicos e, consequentemente, economiza recursos financeiros e minimiza impactos. Quer um exemplo prático? O Alberto Mariano é nosso cliente há 3 anos e possui fazendas no Tocantins e no Paraná. O Alberto estava perdendo muito dinheiro por causa do Fusarium, porque além da perda de produtividade, o milho estava sendo embargado devido a alta quantidade de aflatoxina. Então fizemos um trabalho de manejo preventivo. Fizemos análises de metagenômica para identificar a quantidade dos patógenos, com especial atenção às espécies de Fusarium. Como o Alberto nos informou todo o procedimento de manejo das fazendas, foi fácil indicar os produtos certos para controlar o Fusarium. Indicamos produtos a base de Trichoderma harzianum e Bacillus subtilis, que já estão no mercado e comprovadamente são eficientes contra o Fusarium. Além disso, esses bioprodutos não afetam os microrganismos benéficos que estão no solo. Já na primeira safra foi possível identificar uma melhora significativa na produção e diminuição no índice de Fusarium. Seguimos monitorando as fazendas do Seu Alberto e a cada novo microrganismo fitopatogênico que encontramos em quantidade alarmante, recomendamos produtos comprovadamente eficientes. O Seu Alberto segue tranquilo, porque a análise de metagenômica e nossa consultoria são implacáveis!!

É dessa forma que queremos lhe ajudar. Aqui na Lagbio seguimos o mesmo jargão da saúde: “prevenir é melhor que remediar”. Quer prevenção para a safra que tá chegando? Vem falar com a gente!

 

Equipe Lagbio



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